28 fevereiro 2008
25 fevereiro 2008
Devaneio nocturno com carácter de urgência
O ritmo cardíaco alterou-se.
O corpo não dorme.
A cabeça não sossega.
Estou aqui, sozinha, no meio do nada.
Com uma vontade enorme de ouvir a tua voz.
Mas é muito tarde para nós.
É muito tarde para fazer o que quer que seja.
O melhor mesmo é atirar o telefone borda fora
e esperar que a pastilha faça efeito.
PS. mais vale partir que torcer.
O corpo não dorme.
A cabeça não sossega.
Estou aqui, sozinha, no meio do nada.
Com uma vontade enorme de ouvir a tua voz.
Mas é muito tarde para nós.
É muito tarde para fazer o que quer que seja.
O melhor mesmo é atirar o telefone borda fora
e esperar que a pastilha faça efeito.
PS. mais vale partir que torcer.
20 fevereiro 2008
Os barcos
Gosto de ver chegar os barcos...
Entram rio dentro, vitoriosos, cheios de vida...
Os homens, ao leme, inclinam o corpo para terra,
E trazem já o rosto aberto ao encontro do cais.
Entram rio dentro, vitoriosos, cheios de vida...
Os homens, ao leme, inclinam o corpo para terra,
E trazem já o rosto aberto ao encontro do cais.
18 fevereiro 2008
Algum comentário?

"A jovem de 19 anos descreve-se como um «animal de estimação humano». «Comporto-me como um animal e tenho uma vida bastante calma. Não cozinho nem faço limpezas e não vou a lado nenhum sem o Dani», explicou.
Tasha defende o seu estilo de vida acrescentando que «não fere ninguém» e que o casal é feliz assim, independentemente de quão estranha esta relação pareça".
Tasha defende o seu estilo de vida acrescentando que «não fere ninguém» e que o casal é feliz assim, independentemente de quão estranha esta relação pareça".
13 fevereiro 2008
A magia do Carnaval


A magia do Carnaval foi algo que nunca perdi desde a infância!
O prazer do disfarce, a liberdade fugaz de assumir-me outra,
as idiossincrasias permitidas....
A descoberta....
Quem és afinal, por detrás da máscara?
08 fevereiro 2008
05 fevereiro 2008
O segredo
Perguntaste-me o que fazia, ali, junto daquela árvore.
"Contava-lhe um segredo", respondi.
Acreditei que se o sussurrasse de mansinho, ele ficaria guardado para sempre. Por isso escolhi o local, a árvore e o tronco e murmurei baixinho.
E era Inverno. Véspera de ano novo e estava frio. E havia um cheiro a putrefacção e a lodo. E o leito do rio inundaria a planície...
"E o segredo?", perguntaste-me de novo.
Foi levado pela corrente, arrastou-se pelas quebradas e perdeu-se nas águas junto ao mar.
"Contava-lhe um segredo", respondi.
Acreditei que se o sussurrasse de mansinho, ele ficaria guardado para sempre. Por isso escolhi o local, a árvore e o tronco e murmurei baixinho.
E era Inverno. Véspera de ano novo e estava frio. E havia um cheiro a putrefacção e a lodo. E o leito do rio inundaria a planície...
"E o segredo?", perguntaste-me de novo.
Foi levado pela corrente, arrastou-se pelas quebradas e perdeu-se nas águas junto ao mar.
03 fevereiro 2008
Ás vezes
Ás vezes é preferível ficar quieta. Não fazer nada! Deixar o mundo fluir!
Ás vezes é preferível ficar imóvel, aconchegada no sofá quentinho, sentindo a chuva lá fora.
Ás vezes é preferível fechar os olhos e adormecer de mansinho, sem pastilhas, sentindo ao longe o mar agreste.
Ás vezes é preferível imaginar que mandamos grinaldas de flores aos nossos amigos,
a esses, que nas horas da noite, nos escutam em silêncio.
Ás vezes é preferível ficar imóvel, aconchegada no sofá quentinho, sentindo a chuva lá fora.
Ás vezes é preferível fechar os olhos e adormecer de mansinho, sem pastilhas, sentindo ao longe o mar agreste.
Ás vezes é preferível imaginar que mandamos grinaldas de flores aos nossos amigos,
a esses, que nas horas da noite, nos escutam em silêncio.
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